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domingo, 8 de outubro de 2017

Treliças: Um pouco mais de embasamento teórico

Sendo considerado um dos principais tipos de estruturas de engenharia, as treliças são aquelas que sustentam uma obra, tanto em sua construção, como depois de finalizada por compor boa parte da estrutura, além de sua função de embelezar. Apresentando-se como uma solução estrutural simples, prática e econômica para muitas situações de engenharia, especialmente em projeto de passagens superiores, como ginásios de esportes, pavilhões, coberturas e pontes, que será no qual iremos utiliza-las. A treliça também apresenta a grande vantagem de conseguir vencer grandes vãos, podendo suportar cargas elevadas comparativamente com o seu peso, podendo ser justificado pela sua definição, em que as cargas são aplicadas somente nos nós, deixando as barras sujeitas apenas a esforços normais de tração ou compressão. 

Desde a Revolução Industrial, no século XIX, algumas das configurações clássicas treliçadas já foram utilizadas e eram distinguidas pelas suas configurações, pelos materiais, pela capacidade de resistirem a elevados esforços e ainda por apresentarem grandes vãos. Ainda hoje, as treliças designam-se pelos nomes de quem as aperfeiçoou e alguns desses são: Treliça de Pratt, Treliça de Howe, Treliça de Fink e Treliça de Warren. Para o nosso modelo de ponte, utilizaremos a Treliça de Warren com Tabuleiro Inferior, que é talvez o mais comum quando se necessita de uma estrutura simples, continua e também quando se projetam pontes com pequenos vãos, por não ser preciso usar elementos verticais na armação da estrutura,  além de ser o tipo de treliça que mais se enquadra no nosso protótipo. Segue o modelo abaixo, na figura 1:

Figura 1: Modelo de Treliça de Warren com Tabuleiro Inferior
                                   
                                         





Publicado por: Anna Luyza Andrade Santana da Cruz

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